Alline Coelho

Transcomunicação Instrumental (TCI)

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INTRODUÇÃO

TCI é a sigla para Transcomunicação Instrumental, ramo de estudo em que mensagens e imagens de seres extradimensionais, incluindo de supostos extraterrestres, são captadas e registradas em equipamentos eletrônicos como gravadores, computadores e câmeras de vídeo.

Tem como fundador o sueco Jurgenson, que ao gravar cantos de pássaros, percebeu que havia também gravado vozes humanas que conversavam com ele, experiências relatadas em seu livro “Telefone para o Além”.

Nos EUA, o fenômeno é chamado de EVP “Electronic Voice Phenomena” (Fenômeno de Voz Eletrônica) e pesquisadores como Sara Estep e sua filha Rebecca Estep afirmam que cerca de 5% das mensagens são de origem extraterrestre – Alfa Centauri, cujos sons metálicos ou mecânicos apresentam-se diferentes daqueles recebidos por seres desencarnados.

O alemão Konig também recebeu mensagens de seres que afirmavam ser de Sirius.

No Brasil, destacam-se a pioneira Hilda Hilst e, a partir de 1988, Sonia Rinaldi quando, durante uma sessão mediúnica no Instituto Brasileiro de Pesquisas Psicobiofísicas dirigido pelo pesquisador Hernani Guimarães Andrade, um dos mentores sugeriu que ela adquirisse equipamentos e iniciasse suas próprias experiências, tornando-se a principal referência no tema.

Em 2015, Sônia, em uma entrevista para a Revista UFO, declarou que “o que vemos através da TCI são seres com os mais variados tipos de cabeça, de formato de olhos. O que sei deles é que cooperam (…) para apoiar os humanos na Terra.”

A pesquisadora afirmou, ainda, que há estações de transmissão fora da Terra onde trabalhariam os desencarnados, sob supervisão e equipamentos alienígenas, e há outras estações, algumas em naves, onde dezenas de raças atuam em cooperação para melhorar as transmissões para a Terra.

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